Sempre disponível para atender às muitas solicitações, Oliveira disse que foi um “dia muito feliz”, por tudo o que aconteceu e a envolvência fantástica que viveu, numa região que respira corridas, seja de motos ou de carros. O piloto, natural de Almada, viveu um dia “único”, ao participar num festival de motas, apesar de a velocidade ter sido muito reduzida, o que não deu para desfrutar ao máximo do traçado citadino vila-realense. “Tenho de ser honesto, não sabia se a primeira curva era para a esquerda ou para a direita, estava um bocado confuso. Mas foi muito giro fazer o circuito, sobretudo a curva da Araucária”, referiu, acrescentando
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