Sexta-feira, 29 de Maio de 2026
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Militar da GNR de Mogadouro com  ‘legionella’ já teve alta

O militar da GNR afeto ao Posto de Mogadouro que se encontrava internado no Hospital de Bragança infetado com ‘legionella’ teve alta médica ontem à tarde, avançou fonte oficial do Comando-Geral desta força de segurança.

Na quarta-feira, a mesma fonte avançava que o militar pertence ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), afeto ao Posto de Mogadouro, no distrito de Bragança, e que se encontrava internado com uma infeção provocada por ‘legionella’, estando o seu estado de saúde a “evoluir favoravelmente”.

No mesmo dia, em declarações à agência Lusa, o oficial de relações públicas do Comando-Geral da GNR disse que não foi possível detetar a origem da doença, acrescentando que só este militar estava infetado.

“Não sabemos se aconteceu nas nossas instalações ou se em algum sítio particular do militar. Dos restantes militares que trabalham com ele, nenhum deles acusou ‘legionella’, mas temos de ter em consideração que tudo isto poderá ainda estar em período de incubação, apesar de não haver mais manifestações”, disse.

À Lusa, o vice-presidente da Câmara de Mogadouro, Daniel Ribeiro, explicou na quarta-feira que os boletins de análises das águas da aldeia onde reside o militar são feitos com periodicidade e não apontam para a presença de qualquer bactéria da ‘legionella’.

Segundo o autarca, as colheitas que foram feitas no Posto da GNR onde o militar trabalha “não apontam para nenhuma desconformidade”.

Tanto a GNR como a Saúde Pública vão continuar a acompanhar o caso.

As infeções por ‘legionella’ são causadas pela bactéria Gram-negativa Legionella pneumophila e, na maioria das vezes, afetam os pulmões, causando pneumonia e sintomas semelhantes à gripe.

A doença do legionário contrai-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada (aerossóis) de dimensões tão pequenas que transportam a bactéria para os pulmões, depositando-a nos alvéolos pulmonares.


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