Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2025
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RegiãoMinistro da Saúde considerado persona non grata no concelho aguiarense

Ministro da Saúde considerado persona non grata no concelho aguiarense

Assembleia Municipal   Os deputados municipais aprovaram, por unanimidade, em Assembleia Municipal que se realizou, na Sexta-feira (28 de Dezembro), a moção que considera «o Ministro Correia de Campos persona non grata no nosso concelho, em virtude da sua decisão atentatória de um dos direitos humanos fundamentais dos aguiarenses». Esta situação só poderá vir a […]

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Assembleia Municipal

 

Os deputados municipais aprovaram, por unanimidade, em Assembleia Municipal que se realizou, na Sexta-feira (28 de Dezembro), a moção que considera «o Ministro Correia de Campos persona non grata no nosso concelho, em virtude da sua decisão atentatória de um dos direitos humanos fundamentais dos aguiarenses».

Esta situação só poderá vir a ser alterada caso a decisão do governante seja repensada com «abertura democrática e seriedade» na salvaguarda dos «justos» interesses aguiarenses. Mesmo este cenário é visto como pouco provável, dado que na reunião os deputados ficaram a saber que o Ministério da Saúde se prepara para, a curto prazo, encurtar os horários e prestação de cuidados do Serviço de Apoio Permanente (SAP) esvaziando ainda mais o Centro de Saúde de Vila Pouca de Aguiar.

«Querem fechar os serviços mais cedo que aquilo que têm falado». O alerta foi dado pelo Presidente do Município, Domingos Dias que explicou as “fintas” do Ministério da Saúde e da ARS Norte. Neste sentido, a prestação de cuidados do SAP, todos os dias úteis até às 24h00, pode vir a ser encurtada a curto prazo para as 22h00 e ao fim–de-semana e feriados o SAP já fecha às 20horas.

Esta situação, num misto de surpresa e indignação, levou os deputados de todas as bancadas partidárias a tecer duras críticas ao Ministro da saúde que «não gosta da gente desta terra» e ao chefe do governo, José Sócrates que já devia ter «metido o Ministro na rua». Na moção, os deputados repudiam ainda «a forma autoritária» com que o processo das urgências foi conduzido, e saudaram a população pela adesão à acção de protesto, assim como reforçaram o apoio a futuras acções para exigir a criação de meios que garantam «segurança, rapidez e eficácia» na prestação de cuidados de saúde.

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