Entre fé, tradição e convívio, a celebração teve este ano um significado acrescido com a inscrição do Andor da Senhora da Pena no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, formalizada através de anúncio publicado em Diário da República, a 2 de junho.
Para Hélder Afonso, presidente da União de Freguesias, o culminar da romaria, com a procissão, foi “um dia muito especial. É o culminar da chegada de muita gente, muitos romeiros e muito turismo. Para a freguesia é uma alegria muito grande e um orgulho, porque é a nossa identidade, a nossa cultura e a nossa história”, afirmou à VTM.
O autarca considera que a classificação representa também uma garantia de preservação de uma tradição secular. “Significa que a festa continua protegida, que a nossa cultura e a nossa história continuam protegidas. Estar agora inscrita no património imaterial traz-nos um orgulho muito grande”, sublinha.
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