Em declarações à Lusa, o autarca revelou que “está alinhavado” o acordo manutenção do mundial com o promotor. “Tudo aponta para que possamos anunciar com segurança que iremos ter a prova por mais três anos”.
Apesar de considerar que um acordo por três anos é bom, o presidente disse que o ideal seria por cinco anos. “Três é bom, mas cinco é muito melhor. Já avancei com essa proposta, mas não vi grande recetividade, algo que compreendo”, sublinhou.
Depois de fechar o protocolo, a câmara municipal tenciona fazer obras de melhoria no Circuito Internacional, nomeadamente construir sanitários e gabinete médico. “Todos os anos, a autarquia faz um grande investimento nos espaços que servem de sanitários e de enfermarias sendo, portanto, obras urgentes a resolver”.
Após três anos de interregno, o autarca fez um balanço extremamente positivo do regresso do evento ao Barroso. “Estou muito satisfeito com esta presença massiva de entusiastas a Montalegre no fim de semana, além de projetar a modalidade, projeta a região para o mundo”, sublinhou.
Segundo a organização, ao longo das diferentes provas, cerca de sete mil espectadores passaram pelo circuito barrosão.
A prova portuguesa, no circuito que se situa no sopé da serra do Larouco, recebeu a antepenúltima etapa desta competição sob a alçada da Federação Internacional do Automóvel (FIA) e que tem como promotor a Rallycross Promoter GmbH.
O finlandês Niclas Grönholm venceu a corrida final da etapa portuguesa do Mundial de ralicrosse, à frente do líder do campeonato, o sueco Timmy Hansen, que, no entanto, aumentou a vantagem na classificação geral.





