Terça-feira, 19 de Outubro de 2021

Não gosto. Não curto.

Tenho dificuldade em aderir em pleno ao “facebook”. Este meio de comunicação social (que o é) não corresponde bem às minhas expectativas, à minha maneira de pensar e de me exprimir, ao modelo que tenho de civilidade e educação. Noto muita irresponsabilidade nos comentários que vou encontrando. Acho, mesmo, que as pessoas estão a deturpar o espírito inicial desta rede social que, provavelmente, dentro de muito pouco tempo, se extinguirá, muito naturalmente.

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O nosso país é o país que temos. A nossa pátria é a língua portuguesa. Nem um nem a outra estão a ser dignificados nesta onda de comunicação.

O “facebook” é, neste momento, um estendal de queixumes, revoltas, insultos, lamentos, mistificações, provocações, obscenidades. Um enorme retrato do país que não queremos ter.

Insiste-se no pessimismo, na exploração de factos e circunstâncias menos positivos. Abusa-se. Denegrir é a palavra de ordem. As mensagens são, na maior parte das vezes, inócuas. Não se tira proveito das grandes capacidades que o “facebook” tem para nos colocar em contacto, fazendo com que sejamos amigos, na verdade. Os palavrões grassam, a escrita escorreita é muito rara, a iliteracia impera, vomitam-se ideias efémeras

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