O presidente do Município, Humberto Cerqueira, não tem dúvidas ao garantir que a construção da barragem no Tâmega será um importante meio para desencravar o concelho, dado que arrasta consigo a construção de uma nova ponte.
O autarca acabou por confirmar também uma notícia avançada pelo Nosso Jornal, quando ao início das obras dos projetos hidroelétricos. “Das informações que tenho, aguarda-se apenas que em junho/julho seja emitida a licença definitiva para as obras começarem. A informação que tenho, dos serviços da EDP, é que estamos a 2 ou 3 meses do processo de licenciamento final e a partir daí, naturalmente, que se iniciarão as obras”.
Mais uma vez, o autarca manifestou a sua convicção de que a construção de uma nova ponte terá um impacto importante para o concelho, sobretudo através de uma ligação rápida ao concelho de Celorico de Basto. “É uma ponte e um acesso absolutamente fundamental para desencravar o Município de Mondim de Basto. A nova ponte irá substituir a atual que ficará submersa, e depois o resto do troço previsto será fundamental para o concelho”, acrescentou.
De sublinhar que, a própria EDP garantiu publicamente que as propostas para construção da barragem de Fridão, no rio Tâmega, estão já na fase de análise e as obras deverão começar este ano. Este empreendimento está incluído no Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroelétrico, tendo sido também lançado um concurso para a aquisição do equipamento. No conjunto dos dois concursos, está previsto um investimento de cerca de 300 milhões de euros, a realizar ao longo de quatro anos.
Recorde-se que, em abril de 2010, o Ministério do Ambiente emitiu a declaração de impacto ambiental (DIA) condicionada à cota mais baixa da barragem do Fridão. A barragem de Fridão afetará o território dos concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto.





