Tudo começou nas Escolinhas do Alijoense, clube da sua terra natal. Rapidamente as suas capacidades despertaram o interesse de clubes de renome nacional. Foi para o Boavista, depois a chamada à seleção nacional levou o Benfica a levá-lo para o Seixal. “Cheguei como juvenil de 2º ano, em que começo a ir à seleção nacional. Foi difícil, porque chorei muito, mas era um sonho que eu queria concretizar para ajudar os meus pais e o meu irmão. Sei que eles fizeram muitos sacrifícios por mim, porque a distância era enorme e eles tentavam estar sempre perto”.
Ainda participou nas pré-epocas do Quique Flores e de Jorge Jesus, mas acabava sempre por ser emprestado. “O Jorge Jesus era muito rigoroso, mas foi aí que assinei o meu primeiro contrato profissional. Estava comigo o Danilo Pereira, que, na altura, não assinou contrato, mas hoje é o que está melhor”.
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