Fonte da corporação explicou que os cerca de oito mil euros, “roubados do cacifo do Adjunto de Comando e de uma gaveta do Comandante”, foram conseguidos, “na sua maioria”, “por um grupo de bombeiros, juntamente com alguns civis, no decorrer da atividade de Cantares dos Reis pela Vila de Mondim de Basto e arredores”. “O restante representava sobras das verbas atribuídas pela ANPC para pagamento da prestação de serviços de combate a incêndios florestais”, explica ainda a mesma fonte, que pediu confidencialidade.
O assalto aconteceu num período em que o quartel “é menos frequentado” mas durante o qual permanecem nas instalações “elementos de prevenção noturna a emergências”, que estavam a dormir “na camarata masculina”. “Não ouviram nenhum barulho”, explica a mesma fonte testemunhando ainda que “supostamente, terá sido forçada a entrada nas instalações do gabinete de Comando”, já que o “mesmo se encontrava fechado à chave quando se deu pela falta do dinheiro”.
Não afastando a possibilidade de que “o assalto foi interno”, ou seja, que tenha como responsável alguém dentro da associação, “reina a desconfiança e a revolta”. “Quando alguém procura contornar os problemas sempre em prol de um melhor socorro às populações e seus bens, alguém desfaz sonhos e desejos”, lamenta a mesma fonte.
O caso está agora nas mãos do Núcleo de Investigação Criminal da GNR.
O Nosso Jornal tentou entrar em contacto com o comandante da corporação e o presidente da Associação, o que, até à hora de fecho desta edição, não foi possível.





