Depois do impacto negativo que se fez sentir no ano passado, em que os custos associados ao transporte e ao tratamento dos subprodutos resultantes do processo de extração de azeite (o bagaço de azeitona) passaram para os produtores e lagareiros, o problema mantém-se, mas a resistência dos durienses continua a ser uma mais-valia e há quem aposte em continuar a investir no setor, para conquistar novos mercados.
É o caso de Sérgio Alves, do lagar de azeite Casa do Eirô, em Sanradela, no concelho de Alijó, que confirmou à VTM a vontade de continuar a investir num setor que tem mercado para conquistar, sobretudo se apostar naquilo que o faz único, a sua qualidade ímpar. “Estamos
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