Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Os cães ladram e a caravana empanca

Já há muito tempo que tenho na memória a expressão “Agarrem-me senão vou-me a ele”. Trata-se de uma derivação de “cão que ladra não morde” numa versão mais ativa. Naquela, o cão não só não morde como brada para que o impeçam de morder.

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Tenho essa expressão na minha memória há muito tempo mas não gosto dela, acho-a cobarde, e também desde há muito tempo me repugna a cobardia. Seja como for, “agarrem-me senão vou-me a ele” é a melhor expressão que define todos os apoiantes à distância do Syriza. As forças políticas, associações, coletividades, mesas de café ou cabecinhas pensadoras que, a partir de Portugal, apoiam o Syriza com veemência, não desejavam ter os bancos fechados nem serem impedidos de levantar dinheiro, no entanto aplaudem a garra de um governo que já deixou o seu povo nesse estado. Em apenas meio ano.

A razão porque o Syriza nunca ganharia eleições em Portugal é que, por cá, essa área ideológica

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