A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), como pretende ser um motor de desenvolvimento da região, na sua governação é exigida um pouco mais do que a visão interna e, por isso, requer o contributo de quem conhece o tecido empresarial, a cultura e a ciência fora dos limites da universidade. É aqui que entram os membros cooptados. Sete figuras de prestígio que, embora externas à universidade, são importantes na decisão do rumo desta.
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Ao contrário dos docentes, funcionários e estudantes, que são eleitos por voto direto dos seus pares, os membros cooptados são escolhidos pelos conselheiros já eleitos. A sua seleção não deve ser política nem corporativa, baseando-se no mérito e na experiência. Ao se trazerem personalidades de relevo para o seio da decisão, a UTAD pretende ser capaz de ter uma visão diferenciadora e capaz de questionar processos, sugerir parcerias e garantir que a universidade responde às necessidades reais da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
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