“Mau cheiro, sem peixes e água que não se pode utilizar na agricultura”. É desta forma que a população de Tourencinho, em Vila Pouca de Aguiar, fala da poluição no rio Corgo.
“O rio está muito poluído e as pessoas já quase não cultivam porque a água vai afetar a produção”, conta Elisabete Barreiro, que destaca, por exemplo, “as partículas que vêm das pedreiras” que, no seu entender, “afetam a qualidade da água, apesar de reconhecermos que as pedreiras dão dinheiro à aldeia. O que pedimos é que haja mais cuidado no tratamento da água”.
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