No Contrasenso, a treinadora começou por recordar os tempos de infância, quando se apaixonou pela modalidade. “Comecei em 1997, no Entroncamento. Lembro-me perfeitamente de me entregarem um panfleto na escola e de dizer à minha mãe que queria experimentar. A partir daí, nunca mais larguei a patinagem artística”, contou.
Durante vários anos foi atleta de competição a nível distrital e nacional, longe de imaginar que o futuro passaria por ser treinadora. “Nunca pensei ser treinadora. O meu sonho era ser educadora de infância e professora do primeiro ciclo”, explicou.
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