Em comunicado, a autarquia explica que se trata de um “processo estruturante”, que procura “reforçar a eficiência interna, modernizar a organização e garantir uma resposta mais ágil e eficaz às necessidades dos cidadãos”.
Como o município tem vindo a assumir novas competências descentralizadas do Estado, a autarca refere que a autarquia “precisa de garantir que possui a capacidade técnica e organizativa necessária para responder a esses desafios”.
Entre as propostas apresentadas, destaque para a criação de um Gabinete de Apoio às Freguesias e Desenvolvimento Rural e a Direção Municipal de Administração Geral. Para Isabel Ferreira, esta nova direção “garantirá a articulação entre o executivo e a estrutura técnica, assegurando uma ligação mais clara, ética e transparente entre a decisão política e a operacionalização técnica”.
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