Em FocoPlano de (i)mobilidade do Vale do Tua continua por concretizar

Plano de (i)mobilidade do Vale do Tua continua por concretizar

Foram investidos mais de 16 milhões de euros, comprou-se um comboio, um barco e fizeram-se obras na linha. Contudo, os anos passam, o Plano de Mobilidade do Tua permanece parado e as populações continuam sem o transporte que lhes foi prometido.

A história da Linha do Tua é feita de promessas, adiamentos e desilusões. O que começou como uma medida de compensação pela construção da Barragem de Foz Tua transformou-se num dos processos mais demorados e polémicos da região, marcado por sucessivos adiamentos e milhões de euros investidos sem resultados visíveis.

Tudo começou depois dos acidentes ocorridos em 2008, sendo que o mais grave provocou a morte de três ferroviários, depois de uma composição do Metro de Mirandela ter sido atingida por uma derrocada e cair ao rio Tua. Nesse mesmo ano foi encerrado o troço ferroviário entre o Tua e o Cachão.

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