Segundo o mesmo responsável, a aposta na realização de uma Super Especial, dentro do centro da cidade, foi uma aposta ganha, tendo em conta que trouxe muita gente de fora da cidade e da região, “muito público que ficou em Vila Real para assistir a prova de domingo”.
A nível desportivo, a quantidade e qualidade dos pilotos inscritos contribuiu para o sucesso da prova, onde Sérgio Oliveira foi consagrado como o grande vencedor do Trófeu duriense de Ralis. “Havia quatro possíveis vencedores, quatro pilotos que podiam sagrar-se campeões”, recordou Jorge Fonseca, referindo ainda, que Sérgio Oliveira encontrava-se em segundo lugar da geral, tendo sido a vitória, em Vila Real, que lhe valeu o título.
Faltando apenas a organização de uma prova a contar para a Taça de Portugal de Off-Road, que se realizará em Montalegre, nos dias 22 e 23, o CAVR está a um passo de fechar o calendário para este ano. Praticamente em fase de balanço, Jorge Fonseca mostrou-se, desde já, “satisfeito” com a época desportiva do Clube Automóvel, referindo que todas as provas foram bem-sucedidas sendo de lamentar, apenas, o facto das duas primeiras provas do calendário terem sido “prejudicadas”, ao nível do público presente, devido ao mau tempo.
CAVR já recebeu o relatório da FIA sobre o Circuito Urbano
Quanto a 2009, e relativamente a mais uma edição do Circuito Urbano de Vila Real, o dirigente do CAVR referiu que “dentro de três semanas” haverá novidades sobre os moldes em que se realizarão as provas. “A internacionalização ainda está em cima da mesa”, garantiu o mesmo responsável, adiantando, ao Nosso Jornal, que o clube automóvel recebeu, na semana passada, o relatório da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) com os ajustes a fazer ao traçado e ao nível da segurança para que a pista vila-realense possa receber provas internacionais.
Apesar de não ter avançado quais foram as exigências da FIA, tendo em conta que o documento só será divulgado depois de apresentado à autarquia, Jorge Fonseca está confiante de que, no próximo ano, seja possível a realização de uma prova internacional, mesmo que esta não conte para nenhum campeonato.
“Há algumas situações que precisam ser alteradas, algumas questões que precisam ser corrigidas”, explicou o presidente do CAVR, referindo ainda, que “só depois de se saber a possibilidade de realizar algumas obras” é que se poderá ter a certeza sobre a realização das corridas a contar para o calendário internacional.


