Segunda-feira, 16 de Maio de 2022

Quatro milhões de doses de vacina administrada

Desde que a campanha de vacinação contra a Covid-19 arrancou, já foram administradas quatro milhões de doses de vacinas em Portugal. Objetivo passa por ter, até ao final deste mês, todas as pessoas com mais de 60 anos vacinadas

Portugal atingiu, na terça-feira, a marca de quatro milhões de vacinas contra a Covid-19, algo que foi possível graças à aceleração do processo de vacinação.
“Foram precisos mais de dois meses para inocular o primeiro milhão de vacinas, 33 dias para o segundo e 19 dias para o terceiro. Agora, chegámos aos quatro milhões em apenas 14 dias. Isto é a prova de que os nossos esforços para proteger o maior número de portugueses no mais curto espaço de tempo estão a surtir efeito”, afirmou, à agência Lusa, Diogo Serras Lopes, secretário de Estado da Saúde.
Segundo o ministério da Saúde, das quatro milhões de vacinas administradas em Portugal, 2,9 milhões dizem respeito à primeira dose e 1,1 milhões a segundas doses.
Com o país a administrar 100 mil vacinas por dia, e na calha de receber, este trimestre, nove milhões de doses, o objetivo passa por ter todas as pessoas com mais de 60 anos vacinadas, até ao final de maio, com pelo menos uma dose. Contudo, há localidades onde já estão a ser vacinados cidadãos na faixa etária dos 50, uma vez que estão a ter dificuldades em encontrar pessoas com mais de 60 anos para serem vacinadas. De acordo com dados da Direção-Geral da Saúde (DGS), relativos a 2 de maio, 25% da população portuguesa já está vacinada com uma dose e 9% está completamente imunizada.

EM TRÁS-OS- -MONTES

.‘É a prova de que os nossos esforços para proteger o maior número de portugueses no mais curto espaço de tempo estão a surtir efeito”
Diogo Serras Lopes
Sec. Estado da Saúde

Miranda do Douro era, à data da última edição, o único concelho da área da abrangência da VTM que não tinha avançado para a nova fase de desconfinamento. Entretanto, na última avaliação semanal, que acontece à quinta-feira, o conselho de ministros decidiu que o concelho podia avançar para a fase seguinte.
Artur Nunes, presidente da autarquia, mostrou-se satisfeito com a decisão por representar “novas oportunidades para a economia do concelho”.
“No sábado já se viam muitos espanhóis a passear pela cidade e os restaurantes estavam praticamente cheios, e os comércios já tinham procura. Esta quarta fase de desconfinamento vai trazer novas oportunidades à economia do concelho”.
Em alerta continua o concelho de Lamego, que apresenta uma taxa de incidência de 281 casos por 100 mil habitantes, quando a fasquia definida pelo Governo é de 240 casos por 100 mil habitantes. A VTM tentou perceber quantos casos ativos tem o concelho, mas a publicação diária do boletim epidemiológico relativo a Lamego foi suspensa, segundo a autarquia, “por orientação expressa da DGS”.
Tentámos perceber, junto da DGS, os motivos que levaram a essa suspensão, quer por telefone quer por email, mas até ao fecho desta edição não obtivemos qualquer resposta.

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