Aqui, a água entrou na garagem da casa de Artur Teixeira, que teve de retirar os bens do primeiro andar. “A minha preocupação é que chegue cá em cima. Vou preparar tudo para termos tempo de tirar tudo se continuar a subir”, disse à VTM. Felizmente, o rio começou a descer e apenas entrou na cave, da qual já tinha retirado alguns pertences e a viatura.
Maria Branca vive um pouco mais acima nesta pequena rua e conhece bem o rio. “Aqui é sempre onde o rio entra primeiro, mas já há uns anos que o rio não subia tanto como hoje”, contou, recordando um Natal em que teve de levar “as batatas e o bacalhau”
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