“A presidente convidou-me e aceitei, porque sei que é um clube estável e cumpridor. E também já tinha saudades desta rotina dos treinos e dos jogos”. Além disso, quando estava sem treinar, “já tinha estado a ver jogos do Cumieira e senti que o clube tem jogadores com capacidade e qualidade para serem trabalhados”.
Um dos técnicos mais experientes da Divisão de Honra da AFVR admite que tem em mãos um grande desafio. “É uma experiência totalmente diferente do que estava habituado. E tenho aprendido muito nestes três meses que estou no Cumieira, em que estou no mesmo contexto dos meus atletas, que são o mais importante”.
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