O que o motivou a ser candidato a presidente da República?
A minha motivação é perceber o estado em que o país, o continente europeu e o mundo estão. Acho que é preciso um presidente da República que esteja à altura deste momento histórico e acredito que, apesar de ser mais novo que os outros candidatos, sou o presidente da República que o país precisa neste momento. Esperei que houvesse uma candidatura agregadora à esquerda. Não tendo surgido, e não me revendo nas candidaturas que já estavam no terreno, decidi dar este passo, para dizer que há espaço para fazer política de maneira diferente, para melhor, pelo otimismo, pela vontade de dizer presente aos desafios que temos. Eu quero ser o candidato menos do mesmo.
Que políticas concretas propõe para Trás-os-Montes para combater o despovoamento e criar oportunidades que fixem a população?
A primeira proposta que ponho em cima da mesa é a regionalização. Acredito muito que se o país já tivesse as regiões administrativas, tal como previstas na constituição, seria um país muito mais coerente e onde esses problemas seriam respondidos de uma maneira muito mais eficaz. Portugal é um país demasiado inclinado, onde as pessoas se sentem empurradas do interior para o litoral. Isto não é sustentável para o país nem para as pessoas. E as políticas concretas passam por muita coisa, desde logo que as pessoas tenham acesso a habitação digna e a um preço que possam pagar, por garantir que os serviços de saúde existem, estão abertos e são de qualidade. E garantindo que a escola pública continua a ser um elevador social e uma porta aberta de oportunidade das pessoas.
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