Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Sou alérgico a ladrões e a corruptos

Completo dentro de meses quarenta anos de trabalho, durante muitos deles a trabalhar catorze horas por dia. As regalias que fui tendo ao longo da vida saíram-me do pêlo. Não foi um caminho fácil. Hoje vou partilhar com os leitores do Nosso Jornal uma das fases mais penalizadoras da minha vida.

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O meu único emprego durou onze anos na Central de Cervejas. Já lá vão umas décadas. A determinada altura eu descobri que o meu chefe andava a jogar demasiado no Casino da Póvoa. Não era difícil adivinhar de onde o dinheiro vinha. Contudo faltavam as provas. Com receio de vir a ser um colaborador direto dum Diretor Financeiro candidato a criminoso, pedi para ter uma conversa em privado com ele. O conteúdo dessa conversa também se advinha. Eu pretendia de forma negociada sem ondas, regressar às anteriores funções com prejuízo da minha carreira profissional. O meu chefe reagiu mal, entalou-me e obrigou-me a justificar por escrito porque queria deixar de trabalhar com ele. Desenrasquei-me como

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