Floriano Pinto é acusado pelo Ministério Público (MP) do homicídio qualificado de um homem de 82 anos, um crime que aconteceu em junho do ano passado.
O arguido negou a acusação, referiu não ter “nada a dizer sobre o assunto” e acrescentou ainda que conhecia a vítima de vista, mas que “nunca teve conversas” com ela.
Acabou, no entanto, por admitir que viu o octogenário caído no chão, junto à Segurança Social de Montalegre, disse ter gritado por socorro e que, depois da chegada do INEM, foi à sua vida.
A vítima foi encontrada com sinais de agressão na cabeça e foi transportada para o hospital, onde morreu no dia 22 de junho.
A acusação refere que os dois eram amigos, que o arguido agrediu o idoso com um pau à porta de casa, depois que terão saído os dois e que, já numa rua da vila, voltou a agredir a vítima, a quem terá tentado também atear o fogo.
Floriano Pinto justificou que o sangue encontrado na sua roupa era do seu nariz e que a roupa queimada poderia ser de um cigarro.
A entrada na sala de audiências ficou marcada por um incidente provocado pelo arguido, que tentou agredir um repórter de imagem de uma estação de televisão.





