“Pedimos que seja cumprida a legislação no que diz respeito à atribuição de um ponto e meio por cada ano de trabalho, de forma a regularizar as carreiras”, refere Assunção Nogueira, acrescentando que “no caso deste hospital, tem-se verificado uma ilegalidade no que diz respeito ao banco de horas. Para além destes profissionais estarem a acumular horas extraordinárias, as mesmas não são pagas como tal. É uma situação que nos deixa descontentes”.
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