Começou a jogar futebol em torneios que se realizavam em aldeias e foi Diamantino Braz que o descobrir e o levou para o GD Chaves. “Fiz quatro anos nas camadas jovens, depois assinei contrato profissional com o clube. Estive no Valpaços, Gondomar, Feirense, mas fiz praticamente todo o meu percurso como profissional no GD Chaves e terminei no Montalegre aos 38 anos, com a manutenção na Liga 3”.
Um percurso de sucesso no futebol profissional, em que destaca a final da Taça de Portugal em 2010, entre o GD Chaves e o FC Porto, no Jamor, como um dos momentos mais marcantes da sua carreira. “Foi um dia único e dois dias antes nasceu a minha filha. Apesar de termos perdido por 2-1, é um dia marcante na carreira de qualquer jogador”. Outro momento marcante foi quando o Chaves foi campeão nacionais em 2012/2013 na II Divisão B.
Depois de ter sido adjunto de José Manuel Viage e também de Tony da Silva, esta época assumiu o comando técnico do GD Vilar de Perdizes, após o convite do presidente Márcio Rodrigues. “Gostei do projeto que me apresentaram, com uma equipa jovem e uma aposta num treinador também jovem”.
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