VTM – Como surgiu o interesse pela reabilitação desportiva?
CM – É uma paixão recente. Nunca pratiquei nenhuma modalidade específica e confesso que era uma tortura fazer qualquer tipo de atividade física. Até ao dia em que, ainda na faculdade, me deparei com uma lesão desportiva de um atleta das camadas jovens do Abambres SC que não conseguia perceber nem resolver. Foi aí que conheci o departamento médico do clube e quando vi o trabalho desenvolvido na altura pelo fisioterapeuta Paulo Rente, toda a ideia
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