A seleção de Infantis Femininos composta pelas jovens Inês Batista / CTM Mirandela e Maria Matos / CTM Chaves, orientadas pelo experiente técnico José Matos / CTM Chaves, arrasou por completo a concorrência terminando a prova só com vitórias e todas pela margem máxima (3/0). As representações de Viseu, Porto e Lisboa, por esta ordem, não apresentaram o mínimo de argumentos para poderem discutir o resultado.
Igual comportamento foi conseguido pela seleção de Cadetes Femininos, integrando Alexandra Pisco e Rita Varejão, ambas do CTM Mirandela e pelo treinador Artur Varejão do mesmo clube. As seleções da Madeira, do Porto, de Lisboa, de Setúbal e de Viseu, por esta ordem, puderam comprovar a superioridade das atletas da ATMVR não tendo conseguido impor o mínimo de resistência e acabando todas derrotadas pelo mesmo resultado (3/0).
A mesma sorte estava reservada para a seleção de Juniores Femininos. As gémeas Joana e Rita Fins e o técnico Isidro José Borges, todos do CTM Mirandela, venceram (3/0) sem qualquer dificuldade as seleções de Setúbal e de Lisboa.
Por último, mas não menos importante, uma referência especial ao brilhante comportamento da seleção de Cadetes Masculinos. Pedro Varejão, do CTM Mirandela e Roberto Fernandes, do Grupo Desportivo S. Cibrão, superiormente conduzidos pelo jovem mas muito experiente técnico mirandelense, Isidro José Borges, alcançaram uma espetacular, inesperada e justíssima vitória. Os nomes sonantes que defendiam as cores das seleções adversárias foram incapazes de intimidar os jovens transmontanos que começaram por derrotar a seleção da Madeira (3/0), seguindo-se a seleção de Aveiro (3/0), acabando o primeiro dia com uma derrota face à seleção de Lisboa (1/3), o que confirmou o seu primeiro lugar no grupo. No dia seguinte e na meia-final venceram a equipa da ATM Porto (3/1) para na final encontrarem e baterem a fortíssima formação da ATM Setúbal (3/2).
Com quatro vitórias nas quatro provas em que esteve presente, a Associação de Ténis de Mesa de Vila Real comprovou, de forma evidente e inequívoca, que é para cá do Marão que se trabalha melhor e que as vitórias não são fruto do acaso.
Para finalizar, uma palavra de simpatia pelo espírito de união vivido entre todos os atletas e treinadores que, em bloco e em família, defenderam as cores da sua bandeira e da sua região, independentemente dos seus clubes e cidades de origem.



