O tribunal esteve incluído na lista dos que encerravam por todo o país numa primeira versão da reforma do mapa judiciário do anterior Governo e acabou por ser transformado em secção de proximidade.
Desde então, a vila transmontana não voltou a ter julgamentos, que deverão regressar em janeiro, na sequência das alterações à reforma feitas pelo atual Governo, estando também previsto para o início do ano obras pagas pelo Ministério da Justiça, num valor superior a 100 mil euros. O tribunal sempre funcionou e vai continuar num edifício do centro da vila propriedade do município, para o qual existia há vários anos um projetos de requalificação, segundo contou à Lusa a presidente da Câmara, Berta
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