Quinta-feira, 19 de Maio de 2022

UF de Viade de Baixo e Fervidelas e posto CTT dos Pisões assaltados na mesma noite

Os assaltos terão ocorrido durante a madrugada de terça-feira. O alerta foi dado ao início da manhã de ontem por funcionários da Junta de Freguesia de Viade de Baixo e Fervidelas, no concelho de Montalegre

De acordo com Daniel Reis Afonso, presidente da Junta de Freguesia de Viade de Baixo e Fervidelas, o alerta foi dado ontem de manhã. “Os meus funcionários iam fazer um serviço de limpeza à localidade de Fervidelas e, por volta das oito horas, repararam que a janela e a porta do posto dos Correios estavam danificadas”.

Posto isto, após comunicarem o sucedido ao presidente de Junta, “dirigi-me ao local e comuniquei com a GNR. Foram arrombados os estores, a janela e a porta do posto CTT nos Pisões”. Dali levaram “cerca de 40 euros. Temos mais equipamentos, como computadores, impressoras e televisão, mas não quiseram nada disso. Só levaram mesmo as moedas que ali existiam”.

Quando ao assalto à sede da União de Freguesias de Viade de Baixo e Fervidelas, situada na localidade de Viade de Baixo, o alerta foi dado por uma funcionária “que se dirigiu à sede da Junta, uma vez que tínhamos lá a funcionar o serviço do BUPi com os técnicos da Câmara. Foi ela quem me comunicou que a janela estava arrombada”.

Face a isto, “dirigi-me à Junta de Freguesia, acompanhado pela GNR. Como lá não tínhamos dinheiro, vasculharam tudo, mas não levaram qualquer tipo de equipamento. Só queriam mesmo o dinheiro”, frisou Daniel Reis Afonso.

Quanto aos danos provocados, que ainda serão contabilizados, de acordo com o presidente de Junta, estima-se que o maior prejuízo esteja, “sobretudo, no posto dos Correios, porque nos danificaram os estores todos, forçaram a janela, que está danificada, e a fechadura da porta também. Na Junta, o maior dano registado é na janela grande da parte da frente do edifício. Teremos que proceder à resolução dos prejuízos”.

A GNR de Montalegre esteve em ambos os locais e tomou conta das ocorrências. “Veio, inclusive, uma equipa de Chaves para fazer perícia” e recolher indícios. De acordo com Daniel Reis Afonso, “esta situação já tinha acontecido em tempos, há cerca de 10, 12 anos”. Na altura, “assaltaram o posto de correios, que ainda era no centro da aldeia, e também a Junta de Freguesia”.

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