Trata-se de um estudo documental, realizado pelo jovem investigador Hugo Carvalho dos Santos, no âmbito do seu mestrado em Comunicação e Multimédia e com a orientação dos docentes Emanuel Peres Correia e Leonel de Castro, que propõe uma reflexão sobre o futuro da fronteira potenciando a memória dos lugares, hoje em vias de desertificação, retratando as pessoas que, em épocas diferentes, participaram nesta atividade clandestina, bem como os percursos, maioritariamente isolados e abrigados, utilizados para o contrabando.
Com cerca de uma centena e meia de habitantes, ninguém esconde o passado da localidade ligado ao contrabando, não só de produtos e animais, mas também de pessoas que tentavam, “a salto”, atravessar a fronteira e emigrar para outros
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