O final da Quaresma celebra-se, em muitas regiões, com um prato de cabrito à mesa. Com o aproximar da Páscoa, a procura aumenta e muitos produtores aproveitam para fazer negócio.
Se no ano passado, com a pandemia, “muitos animais ficaram para trás”, este ano a venda de cabrito de raças autóctones está a correr bem.
“Não é tão fácil como nos anos anteriores, mas há procura”, referiu António Manuel Gomes, à margem da apresentação da Escola de Pastores, em Cabanes, Vila Pouca de Aguiar, acrescentando que “o ano passado sentimos o impacto da pandemia na Páscoa”.
Mas este ano, o negócio está a correr bem
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