As audiências tiveram início na semana passada, no salão multiusos de Montalegre, num processo que será decidido por um tribunal arbitral, ou seja é um tribunal composto não por juízes de carreira mas por árbitros que as partes escolhem. Orlando Alves, presidente da Câmara Municipal, sublinhou que, para além dos danos morais e psicológicos, os lesados apresentam “provas dos prejuízos materiais” nas suas habitações. “Os valores são superiores a meio milhão de euros, reclamados à EDP e, por arrasto, à empresa responsável pela empreitada. A autarquia disponibilizou todas as condições e custos” para a realização do tribunal arbitral, na “defesa e proteção” dos munícipes.
O advogado José Júlio Santos refere que o tribunal arbitral foi criado
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