“É possível acabar com enormes quantidades de resíduos alimentares e resgatar toneladas de comida boa?”. Esta é uma das questões à qual a Re-food dá, diariamente, uma resposta, mostrando que o combate ao desperdício alimentar e a ajuda a eliminar a fome dos mais necessitados são possíveis.
Instalada no antigo quartel dos Bombeiros da Cruz Branca, esta associação conta com uma equipa diversificada de 200 voluntários que, com todo o esforço e vontade de ajudar, dedicam parte do seu tempo a ajudar o próximo.
A equipa de reportagem da VTM acompanhou parte do trabalho destas pessoas, que depois de um dia intenso de trabalho, não perdem a oportunidade de ajudar quem mais precisa.
De segunda a sexta-feira, entre as 18h30 e as 20h30, chegam às instalações da Re-food dezenas de beneficiários para fazer a recolha dos bens alimentares básicos. Com a fila a aumentar à porta, no teatro de operações, os voluntários, repartidos por turnos, dão o seu melhor e começam a ensacar a comida que lhes foi chegando através de padarias e pastelarias, ou de alguns supermercados da cidade. Sopa, arroz, carne, legumes, fruta, pão, bolos, entre outros, são alguns dos alimentos que os voluntários vão contabilizado e entregando, à vez, às famílias que vão surgindo.
São 19 horas e a azáfama aumenta. Isabel Freitas, coordenadora da Re-food , é quem supervisiona e
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