A coleção de Conceição Borges, que conta com cento e quarenta e um presépios e muitas mais peças individuais, é o resultado de cerca de duas décadas de aquisições e ofertas. A paixão surgiu com um presépio vendido por um artesão local, que a inspirou a dar continuidade à coleção.
“O primeiro presépio que eu tive foi resultado de uma oferta de uma Senhora da Conceição de um senhor de Jales, o Sr. Antero. Eu gostei tanto da peça, que lhe pedi para me fazer um presépio. E, a partir daí, eu fui fazendo a coleção, uns que comprei, outros que foram dados”.
A colecionadora confessa que “todos têm o seu valor”, seja pela sua raridade, como o presépio de renda de bilros ou o da Vista Alegre oferecido por colegas, seja pelo valor afetivo, como aquele pintado pelo seu neto ainda criança ou o feito à mão pela nora.
A oportunidade de expor a coleção, que nunca tinha saído de casa e estava “muito amontoada”, surgiu a convite da direção do museu, após uma conversa. A colecionadora, inicialmente hesitante em expor sozinha, acabou por concordar, partilhando o seu orgulho em mostrar a sua paixão à comunidade.
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