Para quem o viveu diretamente, lembrar-se-á do que foi dito, então, sobre o futuro de Portugal e das suas gentes. Para quem falou de um novo futuro, nessa altura, veio a conhecer agora esse mesmo futuro e decerto se emocionará entre os desejos de então e as realidades de hoje.
Tudo o que foi construído para a obtenção desse futuro (afinal, este futuro que já é presente) foi de uma inegável importância. O nosso país tem sentido inúmeras dificuldades, tem encontrado sucessivos obstáculos no seu trajeto, mas continua firme no contexto das demais nações do mundo, especialmente nas do continente europeu onde nos integrámos com dignidade, fazendo esquecer o “orgulhosamente sós” que Oliveira Salazar pronunciou.
E se o mesmo Salazar dizia que “Portugal não é um país pequeno”, diremos hoje que Portugal não é um país vazio. Estamos vivos, atuantes, defendemos conceitos novos que nos integram na modernidade do mundo.
Temos razões para nos sentir confiantes no futuro que hoje se abre às novas gerações. E foi o 25 de abril que o permitiu.





