Estes danos têm afetado sobretudo culturas de milho e de feijão, bem como pastagens, comprometendo o rendimento dos produtores e agravando as dificuldades de um setor já de si afetado pelo aumento dos custos de produção.
Este apoio visa minimizar as perdas económicas causadas pela destruição das culturas. Em declarações à VTM, o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Bruno Ferreira, explicou que o valor do apoio varia de agricultor para agricultor, sendo calculado com base na área afetada e nos prejuízos registados. Após a comunicação dos danos pelos agricultores aos serviços municipais, é realizada uma vistoria ao terreno para recolher evidências e, posteriormente, é calculado o valor comercial do prejuízo.
“A maior parte dos apoios correspondeu a prejuízos em culturas de milho”, revelou o autarca, acrescentando que os danos se verificam de forma transversal em todas as freguesias onde existe atividade agrícola. A maioria dos beneficiários são pequenos agricultores, realidade esta também relacionada com a geografia do concelho. “Mondim de Basto, pela sua geografia, é constituído por pequenas parcelas, fruto também da montanha”, explicou.
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