Domingo, 19 de Setembro de 2021
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2,7 Milhões de euros para reabilitar 32 habitações sociais

A Câmara de Mogadouro está a investir 2,7 milhões de euros na reabilitação de 32 habitações sociais, que ficam localizadas junto à avenida do Sabor, a principal artéria urbana da vila, e compreende a reabilitação de toda a área urbana ocupada pelo antigo bairro do Fundo de Fomento da Habitação (FFH). 

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Segundo a autarquia, a obra permitirá a “requalificação urbana da área central da vila, além de assegurar também o realojamento de inúmeras famílias de estratos sociais desfavorecidos, que se encontravam a ocupar o antigo bairro do FFH, construído em 1980, onde os sinais de degradação eram visíveis”.

O projeto é da autoria do arquiteto Fernando Clare Neves (Clare Neves – arquitetura e projetos) e representa um investimento público de aproximadamente 2,7 milhões de euros, estando contempladas duas intervenções, nomeadamente o arranjo urbanístico do espaço público envolvente, incluindo a criação de uma praceta pedonal ajardinada, aberta à avenida do Sabor, e a reabilitação de 32 casas unifamiliares em banda que integravam o antigo bairro do FFH, as quais mantêm a configuração de moradias de dois pisos e os logradouros privativos, sendo que algumas casas são adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida.

Complementarmente, a autarquia vai investir 6,7 milhões de euros em habitação social através da Estratégia Local de Habitação (ELH), em que o município irá suportar cerca de três milhões de euros do investimento e os proprietários e beneficiários da ELH têm de comparticipar o valor restante.

A ELH tem como parceiros o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e as entidades bancárias, que vão disponibilizar verbas a juros bonificados.

De acordo com a autarquia, este investimento servirá para que as pessoas “possam ter habitação condigna”, em que será ainda disponibilizada “ajuda técnica para a elaboração de projetos de requalificação das habitações com mais de 30 anos, para que os beneficiários da estratégia tenham menos encargos com os seus projetos”.

No total deverão ser abrangidos “70 agregados familiares em carência económica e as obras deverão estar concluídas ainda durante este ano”.

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