O encontro decorreu sobretudo no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso e juntou investigadores de diferentes áreas, para discutir desde o funcionamento básico das células às suas aplicações na saúde e na biotecnologia.
A escolha da cidade de Chaves tem também um significado especial. De acordo com Sandra Paiva, da Universidade do Minho e um dos membros da organização desta ação, o município flaviense deu “condições excecionais para ser um polo de ciência”.
A realização do encontro permitiu trazer à região especialistas internacionais em áreas que vão “desde a microbiologia da infeção à biotecnologia”, estudando as células para compreender os seus processos básicos e, a partir daí, encontrar aplicações na saúde, no envelhecimento e em doenças como as neurodegenerativas.
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