A edição deste ano contou com 11 estátuas, dez das quais estiveram a concurso, permitindo ao público escolher a sua favorita. A estas juntou-se uma estátua convidada, apresentada por António Santos, recordista do Guinness e um dos nomes ligados à introdução e divulgação da arte da quietude em Portugal.
Segundo Belmiro Reis, membro da Quimera, entidade que organiza o festival em conjunto com o município, a participação de António Santos permitiu também apresentar uma criação particularmente exigente, com uma personagem que dava a sensação de estar “quase em suspenso”.
O representante sublinha que a realização de uma estátua viva está longe de ser uma tarefa simples. “São artistas”, afirmou, explicando que existe uma preparação física e mental necessária para conseguir permanecer imóvel durante longos períodos. Nesta edição, os participantes chegaram a estar “quase três horas seguidas” em atuação, com apenas duas pausas, enfrentando ainda as temperaturas elevadas e o calor provocado pelos próprios figurinos.
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