No “Contrasenso”, lembrou que “só aprendi a andar com quatro anos e fui aprendendo a mover-me a um ritmo diferente dos outros meninos”, mas confessa que “nunca fui alvo de bullying. Tive amigos que nunca me deixaram para trás e colegas que sempre me incluíram em tudo”.
A sua condição levou-o a desenvolver outras aptidões. “Comecei a ler aos quatro anos e escrevi a minha primeira notícia aos cinco. Fiquei com a parte motora afetada, mas a parte intelectual ficou praticamente intacta”, explica, dando conta que “tenho uma cifo escoliose dorso-lombar, motivo pelo qual ando mais curvado, e tenho também um problema nos dedos, que acaba por não ser problema porque nunca tive outra realidade e acabei por me adaptar a isto”.
E aproveitou o programa para lembrar que “todas as pessoas com deficiência precisam de apoio da sociedade”, desde logo, nas questões do emprego. “No acesso à empregabilidade, ficamos sempre para trás”, assume, mostrando-se “contra as atuais medidas de apoio à empregabilidade, porque não garantem estabilidade”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar





