Terça-feira, 19 de Outubro de 2021
Victor Pereira
Pároco. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A Quaresma

Voltaire, escritor e filósofo francês dos séculos XVII e XVIII, publicou em 1759 um pequeno romance picaresco, ou se quisermos, um conto, denominado Cândido.

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Com sarcasmo e ironia quanto baste, Voltaire empreende uma sátira às ideias políticas, filosóficas e religiosas daquele tempo. Uma questão que atravessa todo o romance é a velha questão do bem e do mal. Cândido era um jovem rapaz de «índole suave», «raciocínio justo» e de «espírito simples», que foi criado num castelo de um barão da Vestefália. O seu mestre era o Senhor Pangloss, que obstinadamente transmitia ao jovem Cândido que tudo ia pelo melhor no melhor dos mundos possíveis. Há que ser otimista porque tudo está bem, tudo está bem ordenado para um bom fim, o melhor dos fins.

Sucedeu que, num certo dia, o barão apanhou o jovem Cândido a curtir carinhosamente

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