A generalidade dos clubes profissionais tem assistido a um crescimento dos valores de despesa associados com a manutenção, renovação ou expansão da oferta associada. Isto é, independentemente de nos posicionarmos no futebol, no basquetebol, ou no andebol, a generalidade dos clubes ‘profissionais’ tem assistido a um crescimento das receitas mas, sobretudo, das despesas, desde a década de 1980. Estas despesas dividem-se em quatro grandes grupos: despesas com pessoal, despesas de investimento, despesas derivadas do financiamento (juros) e despesas tributárias.
No entanto, o grupo que sofreu um maior crescimento contínuo tem sido o grupo dos custos do endividamento – as despesas de financiamento. Se antes os clubes refletiam a riqueza da região envolvente, capaz (ou não) de
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar






