Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2025
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A sustentabilidade dos nossos clubes

Todos somos, pelo menos uma vez, num dado ano, sócios de alguma associação. Na maioria dos casos, tendemos a pertencer a associações focadas no desenvolvimento e organização da prática desportiva, ligadas a coletividades que constituem os campeonatos (amadores) de futebol. Já mais raramente somos sócios dos denominados clubes profissionais que alimentam as ligas profissionais em Portugal (embora, curiosamente, a maioria dos nossos amigos e conhecidos nos identifique pela simpatia para com algum destes clubes profissionais e passe a vida inteira desconhecendo a quais das associações amadoras pertencemos como sócios…)

A generalidade dos clubes profissionais tem assistido a um crescimento dos valores de despesa associados com a manutenção, renovação ou expansão da oferta associada. Isto é, independentemente de nos posicionarmos no futebol, no basquetebol, ou no andebol, a generalidade dos clubes ‘profissionais’ tem assistido a um crescimento das receitas mas, sobretudo, das despesas, desde a década de 1980. Estas despesas dividem-se em quatro grandes grupos: despesas com pessoal, despesas de investimento, despesas derivadas do financiamento (juros) e despesas tributárias.

No entanto, o grupo que sofreu um maior crescimento contínuo tem sido o grupo dos custos do endividamento – as despesas de financiamento. Se antes os clubes refletiam a riqueza da região envolvente, capaz (ou não) de

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