Albertino Alves é natural de Mondim de Basto, mas vive em Vila Real há 55 anos. Foi nessa altura que se tornou taxista e ao longo de mais de meio século tem acompanhado as mudanças da profissão e da cidade. “Quando cheguei aqui, a praça de táxis era na Avenida Carvalho Araújo.
‘”É uma profissão de risco, porque nunca sabemos quem entra no carro”
ALBERTINO ALVES
“Naquela altura, andavam todos um pouco desorganizados, cada um fazia o que queria. Foi preciso convencer os colegas e a câmara para colocar alguma ordem, que funciona até hoje”, recorda, admitindo que a profissão “evoluiu bastante, assim como a cidade”.
“Quando vim para cá, ainda nem sequer havia a Antral (Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros). Existia o GITA, mas não fazia nada. Depois do 25 de Abril surgiu a Antral, mais tarde a Federação Portuguesa do Táxi e agora há outras associações. Tudo mudou, mas houve sempre evolução”, comenta.
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