A aldeia do misticismo voltou a transformar-se num palco de animação, convívio, mistério, tradições ancestrais ligadas ao oculto e artes mágicas, atraindo visitantes de vários pontos do país.
É o caso de Paulo Couto, que veio do Seixal. À VTM, disse tratar-se de uma “festa incrível” e que “toda a gente deveria experimentar”. “A mística das bruxas foi algo que me fez vir a Vilar de Perdizes, mas também à região em si, já que a alimentação e a paisagem encantaram-me. Com certeza vou voltar”.
De Vila Franca de Xira, Rui Pinto veio com a sua família. Com nove anos, vestido a rigor disse não ter medo das bruxas. “É a primeira vez que estou aqui e estou vestido de palhaço assassino”. Artigo exclusivo PREMIUM
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