O Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) que apoia, atualmente, 32 pessoas, o Centro de Dia, que acolhe seis pessoas, e a Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), com 14 utentes.
António Fernandes, presidente da associação, diz que há “uma lista de espera grande”, motivo pelo qual “pretendemos ampliar a ERPI”. O projeto, que permitirá “passar de 14 para 32 camas já está feito”, revela, acrescentando que, “neste momento, não há candidaturas abertas para obras dessas, temos que aguardar, porque é um investimento muito grande para ser suportado, na totalidade, por nós”.
Já a cozinha da instituição foi, recentemente, alvo de obras de remodelação e ampliação.
“Toda a gente nos diz que é a melhor cozinha do distrito. Estamos muito contentes com o investimento feito”, afirma, referindo que “o investimento previsto era de 150 mil euros. Acabámos por gastar cerca de 400 mil, devido à inflação”.
As obras permitiram ampliar a cozinha e dotá-la de “equipamento topo de gama”, bem como ampliar a despensa, remodelar a lavandaria e construir uma churrasqueira.
Palmira, ajudante de cozinha, não esconde que “a comida faz-se mais rápido e com menos esforço”, revelando que “tive formação para saber trabalhar com este equipamento”.
“Foi um investimento grande, mas agora vamos ter o retorno na fatura da luz, porque são equipamentos mais eficientes”, salienta António Fernandes.
O responsável destaca “o ambiente familiar e acolhedor” da instituição, onde a prioridade é “a higiene e o bem-estar dos nossos utentes”. Para tal, temos funcionários “simpáticos e carinhosos com os idosos”.
A instituição tem seis viaturas, duas delas adquiridas há cerca de dois anos, para fazer a cobertura em 11 aldeias.




