O objectivo principal da autarquia é aproveitar os edifícios das escolas do 1º ciclo que estão desactivadas para novas funcionalidades, e colocá-las ao serviço da comunidade e da economia regional. “Vendemos a Escola de Gouvães para uma empresa associada à Casa de Gouvães. Temos outra empresa interessada em duas escolas do concelho para unidades de turismo, nomeadamente as Escolas de Vilarinho de S. Romão e a de Celeirós. Iremos abrir o concurso. Ambas têm um excelente potencial e um óptimo património”, contou, ao Nosso Jornal, o presidente da Câmara Municipal, José Manuel Marques.
Escola do 1º Ciclo de Sabrosa para biblioteca e Arquivo
As antigas instalações da E.B 1 de Sabrosa poderão ser utilizadas para novos fins, mas aqui para um serviço público. “Dada a proximidade com a escola Miguel Torga e tendo em conta o serviço educativo que devem ter, podem constituir um serviço interessante para toda a comunidade. Desejamos que esta escola venha a acolher a Biblioteca Municipal e o Arquivo. O imóvel tem dois edifícios e estamos a analisar o que poderemos fazer do espaço, adiantou o autarca.
A Conservatória, cujas instalações estão numa situação crítica, também poderá vir a mudar de instalações para a antiga escola primária. “A Câmara também não tem espaços, dada a exiguidade das áreas, e a fórmula para resolver esta situação é transferir a conservatória para a EB 1”.
Neste processo de novas funcionalidades, a obra do Pólo Arqueológico de Garganta, iniciada há dois meses, passa também pela requalificação do edifício da sua antiga escola do 1º Ciclo.




