“Se for eleito presidente da República, essa será a minha primeira prioridade”, reafirmou.
Recebido por vários apoiantes do PS, o candidato focou-se na necessidade de se olhar para o interior com outra visão e não com a do centralismo. “Há quem olhe para o interior e diga que há lá pouca gente. E vê o interior como um fardo, como um encargo, mas eu vejo o interior como uma oportunidade para o desenvolvimento desta região e do nosso país”.
Ao falar da Constituição, Seguro sustentou que um dos deveres do Presidente da República “é a garantia da unidade nacional, que devemos defender sempre e em todas as circunstâncias, assim como a coesão social e territorial”, lamentando que Portugal seja um país demasiado desequilibrado, o que não contribui para essa unidade nacional. “Há muitas regiões do interior que se sentem completamente abandonadas e desprotegidas. E está na altura de dizer que o Estado tem que cumprir
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