A obra, que une poesia e imagem, resultou num conjunto de 25 poemas sobre a cidade, integrando-se nas celebrações do centenário de Vila Real, de 1925 a 2025.
Anabela Quelhas, arquiteta de formação, revelou que o livro, embora organizado este ano, contém poemas inspirados em observações e vivências de longa data na cidade. A autora explicou à VTM que a sua abordagem se baseia na observação atenta de pormenores que a emocionam ou distinguem Vila Real.
“Sempre que visito uma cidade, estou atenta a determinados pormenores. Algo que me emociona ou que eu acho que se distingue das outras cidades e gosto de, ou desenhar ou escrever algo sobre o assunto”, disse.
A poesia surge sempre acompanhada da imagem, unindo as suas duas vertentes criativas, admitiu Anabela Quelhas. Por isso, os poemas surgiram de forma espontânea, motivados por elementos arquitetónicos e históricos. Um dos primeiros poemas, por exemplo, é dedicado à janela na casa de Diogo Cão. Outro pormenor da cidade que mereceu destaque da autora foi o muro do Jardim da Carreira.
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