Segundo a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), a rinite alérgica afeta cerca de um terço da população e tende a agravar-se durante a primavera, quando a concentração de pólen atinge níveis elevados.
A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) reforça que estas alergias podem comprometer o sono, o desempenho académico e laboral, e agravar doenças respiratórias como a asma. Os sintomas mais comuns incluem espirros, congestão nasal, prurido (comichão) ocular e lacrimejo.
A exposição ao pólen é o principal desencadeador, mas fatores como poluição atmosférica e alterações climáticas têm ampliado a intensidade e duração das épocas polínicas. A SPAIC recomenda medidas preventivas como monitorizar os níveis de pólen, manter janelas fechadas nos dias de maior concentração, lavar o rosto e cabelo após atividades ao ar livre e evitar secar roupa no exterior. Pode consultar informação atualizada diariamente em https://www.rpaerobiologia.com/previsao-polinica/vila-real . O diagnóstico deve ser realizado por um especialista em Imunoalergologia, recorrendo a testes cutâneos ou análises específicas.
O tratamento combina anti-histamínicos, corticosteroides nasais e, em casos selecionados, imunoterapia específica, reconhecida como a única intervenção capaz de modificar a evolução da doença. A educação para a saúde e o controlo ambiental continuam a ser pilares essenciais para reduzir o impacto das alergias sazonais na qualidade de vida.






