Sábado, 6 de Dezembro de 2025
No menu items!
Alto Tâmega“Aquae Flaviae Fest” quer ser um “festival disruptivo”

“Aquae Flaviae Fest” quer ser um “festival disruptivo”

O evento, que decorre entre hoje e domingo, congrega diferentes áreas de realização e tem como temática transversal a água. O programa inclui atividades para todas as idades e tem como ponto alto três concertos

-PUB-

Arranca hoje o primeiro “Aquae Flaviae Fest”, que, durante três dias, pretende trazer música e animação à cidade de Chaves, congregando várias artes performativas, musicais, cinemáticas e de multimédia, baseadas num conceito inovador e disruptivo, que tem como propósito maior promover o “denominador comum” do Alto Tâmega, a água.

Neste sentido, a par de atividades infantojuvenis, que decorrerão junto ao Parque Infantil do Tabolado, e de animação de rua, durante o dia realizar-se-á a “Feira Gastronómica e da Água”, que terá lugar no Jardim Público. Esta inclui espetáculos de ‘showcooking’, com a presença de diferentes chefs, bem como de diferentes produtores de cerveja artesanal. A par disto haverá mostra de águas da região.

“Este festival pretende congregar público dos oito aos 80”
CARLOS VIEIRA
CEO RHODES ENTERTAINMENT

À noite, a envolvente do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA) será palco de três concertos, com entrada livre, que contam com nomes sonantes do panorama musical português. David Carreira inaugurará a primeira noite de festival, Matias Damásio atuará no Dia do Município e Paulo Gonzo encerrará os três dias de festa com alguns dos seus maiores êxitos.

Nas três noites, antes e depois dos concertos cabeças de cartaz, haverá espetáculos aquáticos e pirotécnicos, que poderão ser admirados a partir da Alameda Trajano, na zona “ribeirinha” da cidade. Haverá, também, espetáculos de ‘video mapping’ no MACNA, antes dos concertos e após os espetáculos aquáticos.

OBJETIVOS

De acordo com Carlos Vieira, CEO da Rhodes Entertainment, empresa responsável pela realização do evento, “aquilo que se pretende é, dentro das diversas áreas, poder trazer uma vida diferente, tendo em consideração os momentos que o país e o mundo viveram durante o período da Covid-19”.

Nesse sentido, “procurou-se trazer não só o regresso à normalidade através de um evento que fosse impactante, mas, também, transversal. Este festival pretende congregar público dos oito aos 80. A programação espelha, precisamente, esse objetivo”, vincou.

“A tónica do evento é aproximar os cidadãos destes espaços naturais e animar os nossos vetores estratégicos”
FRANCISCO MELO
VICE-PRESIDENTE CM DE CHAVES

De acordo com Francisco Melo, vice-presidente da Câmara de Chaves, “o programa foi desenhado ainda antes da pandemia, quando o município concorreu a financiamento para eventos de natureza imaterial. Depois de aprovado, foi desenvolvido um concurso público internacional com vários lotes, desde a animação, iluminação de rua, entre outros”.

De entre as oito empresas concorrentes, o município “adjudicou a maioria dos lotes à Rhodes, à exceção da pirotecnia. Como tal, o evento conta com um programa vasto, com financiamento assegurado, que permite usufruir, gratuitamente, de três dias de espetáculos num ambiente natural, ao ar livre, de muita desconcentração e de muita festa”, garantiu.

A tónica do evento é aproximar os cidadãos destes espaços naturais e animar os nossos vetores estratégicos, quer o do turismo relacionado com a água e com as termas romanas, quer o do comércio, da restauração e da hotelaria, que são muito importantes”, frisou Francisco Melo.

O Aquae Flaviae Fest é organizado pelo município e cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. O financiamento total ronda os 440 mil euros. Segundo Francisco Melo, o investimento do município “vai até 20% desse valor. O resto é financiado por fundos comunitários”, concluiu.

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências, nunca paramos um único dia.

Contribua com um donativo!

VÍDEO

Mais lidas

PRÉMIO

ÚLTIMAS NOTÍCIAS